A COVID-19 trouxe grandes transformações para todos. Desde a forma como nos relacionamos, como estamos em espaços fechados ou como trabalhamos, tudo se alterou. Especialmente para os profissionais de saúde oral, as recomendações emitidas implicam a utilização de vários equipamentos de proteção individual (conhecidos por EPIs) ao longo de várias horas, garantindo a segurança do médico e do paciente.

Numa altura em que também a climatização artificial dos espaços não é recomendada e com a chegada do Verão, estes equipamentos chegam a criar algum desconforto quando utilizados de forma contínua. De que forma é possível fazer face a essa situação?

De acordo com as recomendações das autoridades de saúde, por baixo dos EPIs pode-se utilizar um equipamento de proteção secundário, nomeadamente uma túnica e calças também impermeáveis aos agentes patogénicos e aos fluídos. Existem já opções mais “frescas” que, graças ao tecido utilizado têm boa performance e são certificadas pelo CITEVE, tal como as conhecidas máscaras sociais.

Quando falamos de proteção, é importante que os profissionais tenham em consideração a primeira “camada de roupa”, já que é a que está em contacto direto. Esta solução (túnica e calças), além de ser mais leve, cumpre também a função de proteção, que deve ser combinada com um fato ou bata, descartável (mais fresco e fino) ou reutilizável.

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